Uberaba · Minas Gerais

Vem e vê (João 1.46)

Uma comunidade para conhecer Jesus, crescer na fé e compartilhar a vida.

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Nosso campo é a cidade a partir do Leblon.

A verdadeira fé cristã não foge da dúvida. Na Igreja Metodista do Leblon, cremos que o Evangelho nos chama a uma convicção pessoal em Cristo, e não a uma mera herança religiosa. Convidamos você a experimentar um encontro com a verdade. Como no convite de Filipe a Natanael, ‘vem e vê’ (João 1.46), junte-se a nós para aprofundar-se na fé cristã. Venha nos visitar aos domingos.

AGENDA SEMANAL

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Ministro à frente do púlpito durante culto na Igreja Metodista do Leblon
DOMINGO19H

Culto de celebração

Adoração, oração e Palavra. Venha como você está.

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TERÇA-FEIRA20H

Encontros de células

Comunhão e Palavra em pequenos grupos.

LEBLON CÉLULAS

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LEBLON DE JOELHOS

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CRESCIMENTO

A Palavra no dia a dia.

Devocional e leitura bíblica
DEVOCIONAL · 23/09/2026

O cuidado de Deus no caminho

Salmo 23

Leia o Salmo 23 com calma. Em quais momentos da sua caminhada você precisa recordar o cuidado de Deus?

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Comece pelo Evangelho de Marcos

Leia um capítulo por dia e anote o que o texto revela sobre Jesus. O plano pode ser acompanhado no seu próprio ritmo.

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A PALAVRA CONTINUA

Palavra da Semana.

Mensagem do culto de

O NEGLIGENCIADO EU SOU. Salmo 22.6. Cruz de madeira em um ambiente contemporâneo escuro, iluminada por um feixe de luz natural.

O NEGLIGENCIADO EU SOU

“Mas eu sou verme, e não homem, motivo de zombaria e objeto de desprezo do povo.”

(Salmo 22.6) · Nova Versão Internacional (NVI)

O Salmo 22 começa com o grito de alguém que se sente abandonado. Davi não esconde a dor nem transforma a fé em aparência. Mesmo em sua angústia, continua chamando o Senhor de "meu Deus". Seu lamento não é o abandono da fé, mas uma forma de permanecer diante de Deus quando tudo parece indicar que Ele está distante. “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia?” (Sl 22.1) Ao dizer "Mas eu sou verme, não homem", o salmista descreve a profundidade da humilhação. Ele se sente reduzido a nada, exposto ao desprezo e tratado como alguém sem valor. Essa linguagem encontra um eco decisivo na cruz. Séculos depois, Jesus retoma esse clamor no Calvário. O sofrimento do salmista aponta para a humilhação do Servo que viria sofrer em favor de outros. “Eli, Eli, lemá sabactâni? — que significa: Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Mt 27.46) Isaías já havia anunciado o Servo desprezado e rejeitado. Jesus conheceu a rejeição, a violência e a vergonha. Porém, sua humilhação não foi um acidente nem sinal de derrota. O Santo assumiu o lugar dos culpados. Na cruz, Deus não trata o pecado como algo pequeno, mas também não abandona o pecador à condenação: oferece reconciliação por meio de Cristo. “Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento.” (Is 53.3)

Por isso, a cruz não é o fim da história. O Cristo desprezado foi ressuscitado e exaltado. A vergonha não define para sempre quem se volta para Jesus. Há perdão para o arrependido, consolo para o aflito e esperança para quem sofre. “Ele, porém, foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.” (Is 53.5) O Salmo 22 caminha do lamento para o louvor. A fé bíblica não exige que neguemos a dor; ensina-nos a levá-la a Deus e a esperar nele. Podemos chorar e continuar dizendo "meu Deus". Em Cristo, o sofrimento não tem a palavra final, a culpa não precisa ser o nosso destino e a morte não vence para sempre. “Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome.” (Fp 2.9) A gratidão pela cruz não se limita a palavras ou emoções momentâneas. Ela se transforma em adoração, serviço, obediência e fidelidade. O Senhor que foi humilhado por amor também foi exaltado pelo Pai. E aqueles que nele confiam podem caminhar com esperança, mesmo quando ainda não compreendem tudo o que estão vivendo.

Pr. Elder ÁrcegaPresbítero da Igreja Metodista, pastoreia a Igreja Metodista do Leblon desde 2010. Graduado em Teologia e Direito, é casado com Sana e é movido pela adoração genuína ao Senhor Jesus. Gosta do vento no rosto ao andar de moto, de conhecer novos lugares e culturas, do frio das montanhas e de desfrutar de um bom cafezinho.